CGRN e líderes comunitários capacitados e prontos para monitorar e reportar os impactos da indústria extractiva nas suas comunidades;
Paralegais formados e equipados para servir as comunidades locais afectadas pela indústria extractiva;
Processos movidos pelas comunidades contra empresas tramitados para instituições de justiça (Provedor de Justiça, Procuradoria e Tribunais);
Comitês de Gestão de Recursos Naturais com conhecimento e prontos para monitorar e reportar violações na implementação dos Planos de gestão ambiental das empresas que operam na indústria extractiva;
Membros de CGRN e paralegais, com participação representativa de mulheres, representam e discutem os direitos das comunidades nos espaços tripartidos e em outros espaços de diálogo com empresas e Governo;
Violações dos direitos das comunidades locais perpetradas pelas empresas mineradoras discutidas num fórum “multi-stakeholder”, na forma de Conferência Provincial e Nacional e apresentadas nas comissões da Assembleia da República